A exclusão não é
fenômeno novo, tem seu início no Brasil juntamente com a
colonização, em razão da relação colonizador-colonizado.
Segundo o senso comum, percebe-se que o conceito de exclusão está
muito relacionada com a capacidade de aquisição; basta navegar na
internet, onde imagens e textos em sites populares, registram
a exclusão relacionando-a com pobreza e fome. A exlusão apresenta
um sentido mais amplo, pois contém elementos éticos e culturais
relacionados a dignidade humana e cidadania, sendo uma construção
sócio-histórica; ou seja, a exclusão está relacionada a condições
atitudinais e comportamentais de toda sociedade e não somente a
retenção de bens. Sendo assim o exluído pode ser velho, negro,
deficiente entre outros.
Necessita-se conceber a exclusão de forma ampla para dar
passagem ao direito a diferença, a noção de equidade, a
inclusão.
Referência:
SPOSATI, A. Seminário Exclusão Social, PUC/SP, em 23/04/1998;
Disciplina: Educação em Saúde Mental e Atenção Psicossocial
I;
Vértice: Cidade, Saúde Mental Coletiva;
Profª Sandra Fagundes, em 12 e 20/11/2008








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